NOS CAMINHOS DO ENSINO DE HISTÓRIA: relato de uma experiência no Estágio de Observação – possibilidades de articulação teoria e prática[1]
Patrícia Aparecida de Oliveira [2]
Resumo
O artigo tem como objetivo socializar a experiência de estagio supervisionado realizado como exigência curricular no curso de licenciatura em Historia do DEDC X da UNEB. Esta experiência se deu por meio de observação, participação nas atividades da escola e análise do que foi possível apreender durante o período de estágio As referencias que nortearam o trabalho foram: PIMENTA (2004); LIMA (2002); FREIRE (1997); BLOCH (2001); CARDOSO (1984); LE GOFF (1961); dentre outros das disciplinas pedagógicas quanto das especificas do Curso de História. No referente estágio tivemos a orientação das professoras Guilhermina Elisa Bessa da Costa e Gislaine Romana Carvalho. O lócus do estágio foi o Colégio Anchieta/Objetivo, pertencente à rede particular de ensino de Teixeira de Freitas. O Texto esta organizado em três partes: o contexto da experiência, o relato da atividade e breve análise da experiência. Os resultados indicam que a experiência de estágio cumpre um papel importante principalmente para os estudantes que ainda não tiveram a experiência da docência.
Palavras chaves - Estágio, educação escolar, experiência de estágio.
INTRODUÇÃO
No curso de Licenciatura em História da Universidade do Estado da Bahia – Departamento de Educação Campus X, as atividades de estágio se inicia a partir do quinto período com o Estagio Supervisionado I, que consiste em uma atividade de Estágio de Observação.
Neste primeiro estágio, apenas observamos o fazer do dia-a-dia do professor, além da observância do espaço escolar como um todo. A prática de estágio é de fundamental importância para a prática educacional.
Sabemos que não nos basta só a teoria, ela é fundamental, mas é necessário aliar, teoria e prática, para que possamos ter uma melhor perspectiva, um melhor resultado. Araújo (2007) afirma que o “ Materialismo Histórico -Dialético sustenta que o conhecimento efetivamente se dá na e pela práxis. Esta afirmação expressa a unidade indissolúvel de duas dimensões distintas, diversas no processo de conhecimento: a teoria e a ação” (p.36). KONDER (1992) por sua vez afirma que,
“ a práxis é a atividade concreta pela qual os sujeitos humanos se afirmam no mundo, modificando a realidade objetiva e, para poderem alterá-la, transformando-se a si mesmos. É a ação que, para se aprofundar de maneira mais conseqüente, precisa da reflexão, do auto questionamento, da teoria; é a teoria que remete a ação, que enfrenta o desafio de verificar seus acertos e desacertos, cotejando-os com a prática.” (p. 115)
É de importância muito grande a teoria, ela nos permite ir um além, ajuda-nos a obter outro olhar, portanto a teoria sem a prática é incompleta, ou vice e versa. É nesta perspectiva que se realizou o estágio de observação aqui ora relatado.
O estágio foi planejado a partir de discussões e projetos a cerca do ensino de História. Desde que entrei na Universidade, muito se debateu e ainda se debate sobre os problemas que permeia o ensino de História em escolas públicas e privadas, tanto nas series iniciais, quanto no ensino fundamental e médio.
Assim o estágio foi realizado no intuito de compreendermos melhor a realidade educacional e definirmos as nossas ações para futuros estágios e também nos prepararmos para a docência. No nosso caso organizando um ensino de História que possa contribuir para que os estudantes compreendam melhor a sua realidade e passe agir em prol de sua modificação, agindo assim como verdadeiro sujeitos da história.
1. O Contexto da experiência
Neste primeiro estágio presenciei a realidade de uma instituição particular, e apesar do universo diferenciado de outras realidades escolares, esta observância me fez compreender e refletir um pouco mais acerca de tudo que debatemos em sala de aula na academia. Pude constatar que algumas das dificuldades levantadas nos debates, e que se referia na maioria das vezes a escolas públicas, acontece também no contexto das instituições privadas.
O referido estágio foi realizado em duas turmas da 6ª (sexta) e 8ª (oitava) séries do Ensino Fundamental II, compreendendo a III unidade do ano escolar de 2009. Este ocorreu no período de abril a agosto de 2009, compreendendo o semestre 2009.1, tendo uma carga horária de 90 horas, contemplando em sua carga horária momentos de estudos teóricos e o período da observação, seguindo da análise e elaboração do relatório, bem como seminário para a socialização das experiências.
O Colégio Anchieta Objetivo situa-se na Rua Pedro Medeiros Guerra, 144 – Centro. Atua na educação desde 1987, quando na época o ensino se estendia da educação infantil ao ensino fundamental. O ensino médio foi implantado a partir de 2001.
Este colégio é uma instituição particular, atende a alunos de classe média, emprega 40 professores, todos graduados, e alguns possuem também a pós-graduação, Tem ainda três coordenadores pedagógicos que atuam juntamente com os professores, além de outros profissionais, tais como auxiliares de limpeza, secretários, e todo pessoal administrativo.
A professora de História do ensino fundamental II, Michelli Vassoler Rodrigues é formada pela FAFIC – Colatina – ES. Ela atua na educação há dez anos.
O bairro onde a escola está inserida é um dos bairros mais antigos da cidade. Caminhando pelas proximidades da escola, percebi que há ainda muitas casas antigas, moradores também antigos daquele bairro.
A escola tem como perfil uma busca incessante ao atendimento as expectativas do educando, para que este se torne um cidadão crítico, reflexivo e político, construtor da comunidade e da sociedade.
A escola é composta de mais ou menos 11 de salas de aula, duas quadras, que são pequenas e muito próximas das salas de aula; têm também uma área para os pequenos, composta por areia lavada, piscina infantil (só para as crianças do ensino infantil), chuveiros, um parquinho, uma casinha de bonecas, etc. Há também aulas de música para os menores, que tem outras atividades fora da sala de aula. Os vi fazendo aula de capoeira em alguns dias.
A escola disponibiliza de um laboratório de informática, que esta inteiramente acessível aos alunos, bem como uma biblioteca, onde podem ser feitos pesquisas e empréstimos de livros para os alunos, além de ter também TV e DVD, que é disponível aos alunos sempre que precisarem.
Os alunos do ensino médio estudam pela manhã, mas complementam a carga horária em duas tardes por semana.
2. O relato da atividade de estágio
Compreender o espaço escolar, a sala de aula é algo as vezes assustador para quem ainda não atuou em sala de aula, ao mesmo tempo instigante e desafiador, e foi com sensação um tanto contraditória que fui para o estágio.
Fui com desejo de aproximar e compreender a ação do professor, o cotidiano do estudante, além disso, compreender melhor o espaço escolar como parte de um contexto social mais amplo.
A partir das leituras, debates e conhecimentos vivenciados no interior do espaço acadêmico pude perceber que as ciências humanas têm como papel importante para formação dos estudantes no contexto da escola propiciando-lhes a compreensão da ação do homem no decorrer da história.
Dentro da sala de aula que observei pude notar que a professora trabalha na contextualização dos fatos, ela aborda a História de uma maneira critica e reflexiva, para que o aluno possa compreender o fato importante como algo que está ligado à sua realidade, ou a sua própria história. Tendo todo este novo olhar para a educação de uma maneira que se cobra do professor uma amplitude maior em seu conhecimento, para que se valorize principalmente na área da história a pesquisa e o ensino como algo que estejam interligados. E deste ponto de vista vi também esta proposta nas aulas da professora a qual observei, além de ser notório ainda que suas aulas são dinâmicas, saindo completamente da linha tradicional do ensino de História.
Nas aulas em que eu observei, tanto na 6ª série, quanto na 8ª série, o que eu pude perceber é que há por parte dos alunos, uma interação com as aulas. Geralmente eles lêem o assunto que está inserido na apostila, para que depois seja debatido em sala de aula.
A professora por sua vez, tem total domínio do assunto, consegue abordar o assunto de maneira que o aluno se envolve com a temática. Apesar de em alguns momentos eu ter presenciado uma inquietação por parte dos alunos, isso em momento algum prejudicou o andamento das aulas; a professora com domínio da sala consegue manobrar as inquietações.
Em algumas aulas que eu acompanhei, observei a presença de mapas, para que o aluno pudesse situar o contexto histórico e geográfico. Como por exemplo, na 6ª série, nas aulas sobre as grandes navegações, onde com o mapa ela situou o aluno para o que acontecia na Europa naquele período. Como eles enxergavam a Terra, e como partiram para as navegações. Vi ali uma aula bastante interessante e de fácil compreensão, e que conseguiu envolver aos alunos naquela temática.
Durante as aulas sobre as Grandes Navegações, tinha como último tópico o seguinte tema: E o Brasil entra na História. E foi a partir daí e da explanação das hipóteses que contestam o “descobrimento do Brasil” que a professora propôs a construção de um texto.
A atividade consistiu na produção de um texto, de acordo com a história crítica, pelos alunos a partir da escolha de uma das hipóteses esplanadas, para discorrer sobre a questão que o Brasil não teria sido “descoberto” por acaso.
É claro que esta atividade foi proposta dentro de uma visão da História a respeito do descobrimento do Brasil, que hoje é contestado o fato de que o Brasil não teria sido “descoberto” por um simples acaso.
Achei uma proposta de atividade muito interessante, já que ainda hoje vemos em boa parte dos livros didáticos, sendo contada a história do “descobrimento”, como mero acaso, sem levar em consideração todas as questões políticas, econômicas e sociais que a Europa vivia na época, além do mais havia uma grande disputa de poder, através das novas terras descobertas no chamado “Novo Mundo”. Infelizmente não pude acompanhar o resultado dos textos, pois estava finalizando o estágio.
Em todas as aulas que eu pude observar a docente teve total comando do assunto, e apesar do curto tempo de aula ela consegue se aprofundar nos assuntos propostos no conteúdo programático. E isso pela dinamização que ela tem em sala de aula, a participação dos alunos, e além do mais a leitura prévia pelos alunos do conteúdo, ajuda a entender melhor o assunto nas horas das aulas, que na maioria das vezes, são aulas expositivas dialogadas.
A professora, por sua vez também não deixa nenhum assunto solto, eles são sempre bem amarrados, e desta maneira os alunos não se perdem, e situa corretamente cada fato.
Em nenhum momento percebi a professora preocupada em datas, fatos ou heróis históricos, ao contrário, em suas aulas ela media as aulas de maneira que os alunos possam se conceituar na História crítica.
Análise da experiência
Estar em contato com o fazer do dia-a-dia em sala de aula possibilitou ver mais de perto a realidade da atuação do professor, pude compreender ainda que ser professor é bem mais que uma profissão, pois este é um agente social que atual diretamente na vida das pessoas. Pensando que educador e educando agem diretamente na história com sujeitos ativos de todo processo histórico, e neste ponto o professor media para que o aluno dentro da sociedade saiba refletir e agir como um ser social critico.
Com relação à prática dos professores, e a vivência da pratica educativa nesta escola, em especial a pratica da professora Michelli, me fez entender que educar é algo que vai além, é um fazer que nos encanta e que nos convida a cada vês mais sermos autênticos e ousados, proporcionando novas formas de aprendizado, este foi na etapa de observação e a próxima será na etapa de regência que nos proporcionará ainda mais o interagir entre pratica e teoria, ou seja a práxis educacional.
Sabemos que problemas há em todos os lugares e em todas as profissões, da mesma forma que as contradições que encontramos no ambiente escolar; sabemos também que ela existe em cada espaço, afinal, o Brasil é o país das contradições, não podemos fugir dela, mas podemos conviver com ela da melhor maneira possível, isto não significa que temos que aceita-la, mas lutar para que ela seja cada vez mais limitada.
No referido período observei que educar requer dinamismo, uma boa metodologia de ensino, uma dose elevada de auto-estima, dedicação e profissionalismo. Tive a possibilidade de observar uma educadora que trabalha a História de forma contextualizada, possibilitando uma aprendizagem significativa.
Nas muitas leituras que fizemos no decorrer das aulas de estágio, tivemos a oportunidade de estar em contato com leitura que nos levaram a analisar e refletir a cerca do estágio, da docência e das praticas educacionais; em uma dessas leituras, Lima (2004), afirma que alguns professores se tornam modelos para que o aluno/observador possa tentar imita-lo. Não direi que vou imitar a professora, mas digo que ela me inspirou a ser uma boa professora, bem dinâmica, bem articulada, com bom relacionamento com alunos, com metodologias simples e bem elaboradas, que consegue de um jeito simples, mas coerente atingir o objetivo, que é ser um bom mediador para os alunos.
É este o papel do professor, se um mediador entre o conteúdo e o aluno. E eu vi isto nas aulas que eu observei dentro do Colégio Anchieta Objetivo.
Dentro da sala de aula, o professor tem autonomia de trabalho, pois só assim é que ele conseguira desenvolver um bom trabalho. E eu percebi autonomia da professora, e a partir daí ela terá suporte para agir também como responsável social.
O professor é responsável pelo cotidiano do aluno, pois garantirá entre outros meios à pluralidade e abertura de idéias para que assim possa garantir alternativa para uma transformação social.
Algo que me chamou a atenção na professora, a qual eu estava observando é que ela consegue ser firme com delicadeza, consegue dominar a sala de aula sem precisar gritar, ou sem precisar descontrolar. E isso de um jeito sutil e amável com os alunos. E assim ela obtém admiração e respeito dentro e fora da sala de aula.
Neste primeiro estágio me possibilitou ter um contato mais direto em sala de aula com o ensino fundamental II. Nesta observância pude compreender que assumir uma sala de aula não é fácil, mas é algo estimulante. E este algo estimulante foi me proporcionado observando as aulas da professora, que com atitude e doçura tem total domínio do assunto, bem como com os alunos. Em nenhum momento deste tempo que fiquei observando vi a professora alterando a voz com os alunos, ou em qualquer outra situação.
Neste contato com a professora, aprendi um pouco mais sobre a postura do professor em sala de aula. E neste sentido ela tem uma preocupação ao ministrar suas aulas, para que os alunos possam atuar, assimilando os temas propostos.
Em nenhum momento, nas suas aulas, vi a professora usar fichas ou algum tipo de anotação, demonstrando muita segurança e firmeza.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Nesta primeira etapa de estágio, sendo este de observação, pude contemplar com afinco esta dinâmica de sala de aula. Observar e bem mais que simplesmente olhar por olhar, penso que esta observância nos dá parâmetros para um futuro estágio de regência.
Neste sentido vejo que este estágio está ligado a um esforço a mais de determinação para se ter um trabalho cada vez mais eficaz.
Desta maneira percebo que os registros aqui disponibilizados, não contemplam o todo do meu aprendizado; não me atentei somente para as respostas que me foram dadas, mas busquei focalizar além das respostas, para que eu pudesse contemplar um melhor conhecimento.
Vi que a teoria é muito importante, mas ela de nada vale sem a prática cotidiana. Do mesmo modo que só a prática também não adiante, pois é preciso estar em constante processo de aprendizado, para assim se tornar na prática um bom educador.
Nas análises constantes, percebi que a escola tem como filosofia práticas educacionais sócio–interacionista. Havendo assim uma interação entre escola, aluno, sociedade.
No decorre do estágio, sentir muita dificuldade no que diz respeito às questões burocráticas, muito papel, pouca informação, e por esta estagiando numa instituição particular não me senti muito a vontade para estar questionando tudo que estava implícito naquele questionário que nos norteou para as entrevistas. Bem como tirar fotos, etc.
Penso que num estágio de observação de sala de aula, onde o referencial é o professor, já que estamos num curso de Licenciatura, deveríamos ter nos atentados somente para a observância em sala de aula. È importante estas outras observações, mas não necessariamente serem feitas como se estivéssemos estagiando numa gestão escolar.
Apesar do cansaço e dos desencontros de informação, penso que aprendi muito com esta primeira etapa de estágio. Procurei absolver o máximo das aulas que observei, me colocando até mesmo no lugar da professora, analisando e me perguntando, se quando chegar o tempo do estágio de regência darei conta com tanta competência?
Por fim, penso que eu aprendi com a professora a qual observei acompanhar na caminha que tenho a percorrer neste tumultuado, mas estimulante caminho educacional.
É importante ainda percebermos que o professor ainda é muito desvalorizado em nosso país, já avançamos um pouco, mas ainda nos falta muito para que o professor alcance de fato seu valor devido. E essa desvalorização já se inicia na sua formação, tendo em vista que os cursos de bacharelados são muito mais bem vistos do que os cursos de licenciaturas, e o mais interessante é que tanto para a formação do bacharel quanto do licenciado a pessoa do professor é extremamente essencial, até porque sem ele não há como formar nenhum outro profissional, isto é um tanto quanto contraditório. Não dá para entender porque se dá uma importância maior aos cursos de bacharelado.
É preciso que o professor tenha mais voz para participar do procedimento de edificação do ensino; que seu conhecimento de vida e subjetividade seja considerado dentro do espaço escolar. É preciso que o professor seja ouvido, penso que ele tem o direito de ajudar na construção dos currículos escolares.
Não se pode pensar o professor só como mediador do conhecimento dentro de sala de aula, sua experiência deve ser mais abrangente para a construção do fazer em sala de aula para uma educação mais voltada para a formação de pessoas comprometidas com responsabilidades sociais, transmitindo suas opiniões, bem como elaboração de pensamentos críticos e reflexivos.
Penso que é dentro da sala de aula que nasça os vários debates sobre variados temas, e este deva ser o eixo central das aulas: diálogo, debates e discussões. E é este também o papel do professor, criar meios para que o aluno construa seus próprios conceitos, para que eles constituam relação no espaço e no tempo, e para isso é necessário muitas leituras sólidas do mundo que nos cerca.
Conclui-se que é na feitura do dia-a-dia que vão aparecendo muitas questões, e é no aparecimento destas questões que, consequentemente, vão surgindo uma incessante busca pelas respostas, para que assim nos leve a um conhecimento profundo que nos possibilite pensar alternativas para limites diagnosticados. Esta primeira etapa deu um parâmetro para a realização do estágio de regência. Analisei ainda que, o Estágio se constitui em um espaço de muito importância, pois a teoria mesmo sendo fundamental, não é suficiente para a formação do educador. Neste sentido, o estágio se constitui em um alicerce para que futuramente possamos articular conhecimento adquiridos do decurso da formação acadêmica e na vida cotidiana em diferente espaços e a realidade onde atuaremos.
REFERÊNCIAS
ARAUJO, Maria Nalva R. de. As contradições e as possibilidades de construção de uma educação emancipatória no contexto do MST. Tese de Doutorado. FACED/UFBA. SALVADOR. 2007.
LIMA, Maria Socorro Lucena; ALMEIDA, Ana Beatriz Bezerra; SILVA, Silvina Pimentel. Dialogando com a Escola. Fortaleza 2002.
PIMENTA, Selma Garrido; LIMA, Maria Socorro Lucena. Estágio e Docência. São
Paulo: Cortez, 2004.
KONDER, Leandro. O futuro da Filosofia da práxis: o pensamento de Marx no século XXI.Rio de janeiro: paz e terra, 1992.
Projeto Político Pedagógico do Colégio Anchieta Objetivo.
[1] Artigo produzido a partir do relatório de estágio.
[2] Estudante do VI semestre do curso de licenciatura em Historia da Universidade do Estado da Bahia/Departamento de Educação Campus X-DEDC - X . Bolsista de Ensino da disciplina Laboratório para o Ensino de História DEDC – X.. pat_historia@hotmail.com
Concordo plenamente com você em numero, grau e genêro. A hora do estágio é a hora da praxis, é quando nós estudadntes colocamos a mão na massa, e para que isso seja uma experiência bem sucedida´temos que ter embasamento e principalmente jogo de cintura pois é em sala de aula que vamos conhecer a realidade do que é ser professor!
ResponderExcluir